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12/07/2018

Engenheiro químico, administrador com ênfase em comércio exterior e experiência profissional nas áreas de vendas, turismo, assessoria de imprensa e logística internacional. Este extenso e variado currículo pertence a Ricardo de Bolle, diretor comercial da Arval Brasil, multinacional francesa especializada em terceirização de frotas.

Na empresa desde 2006, De Bolle primeiro integrou a equipe comercial externa, como comercial júnior, depois passou a comercial pleno, comercial sênior e, em 2010, foi convidado a gerir uma equipe de vendas em São Paulo. Os bons resultados e o perfil de liderança o levaram ao atual cargo de direção, onde está há quase dois anos.

Nesse trajeto, o diretor conta que tirou uma lição que faz questão de disseminar dentro de sua equipe. “Costumo dizer às pessoas mais próximas de mim que quem tem mais informação sempre leva vantagem. Então, no processo de vendas, se você sabe qual é a necessidade, se você faz perguntas à pessoa que está à sua frente para entender o que ela precisa, você conseguirá propor uma solução  de valor adequada à real necessidade daquele cliente. É um princípio muito simples: faça perguntas para conhecer quem está do outro lado. Só assim você conseguirá entender o que ele realmente precisa e não ficará preso àquilo que você quer vender”.

 

Os passos para uma boa gestão

Para ele, a educação é o pilar de tudo. “Essa é a palavra-chave. Da educação nós vamos partir para a informação, para a conscientização e para a segurança. O mesmo funciona no sentido inverso, quando falamos em conscientização e cultura de segurança, estamos falando em educação”, ressalta.

Há quase 10 anos envolvido com a terceirização de frotas, De Bolle explica que a informação tem papel central nesse segmento e é um dos pontos principais para que a gestão de frotas no Brasil comece a trilhar um novo caminho. “É daí que vem a importância do trabalho do Instituto PARAR, na minha opinião, ao proporcionar mais informações para que os gestores de frota deem embasamento técnico e profissional aos projetos que gostariam de implementar dentro da empresa e subsídios para que eles ‘vendam’ essa ideia internamente e possam fazer a diferença dentro das suas corporações”.

Coletar dados e reunir informações sobre a frota também são atitudes fundamentais para que o gestor possa administrar de forma estratégica, com o objetivo de minimizar riscos e gastos. “Adotando medidas preventivas, o gestor consigue se antecipar e reduzir o custo da sua frota. Eu me lembro que, em 2006, quando começamos a operar no Brasil, nós falávamos em TCO (Total Cost of Ownership ou Total Custo de Propriedade) e as pessoas nos olhavam de maneira estranha, sem saber o que era. Passados quase 10 anos, temos bastante orgulho de ver que isso está sendo utilizado cada vez mais em nosso setor. O gestor está se planejando melhor, olhando para sua frota de forma estratégica e levando em consideração princípios importantes como a segurança e a sustentabilidade”, afirma Ricardo de Bolle.

 

Por: Karina Constancio, Coordenadora de Conteúdo da WTM, para PARAR Review. 

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