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O que muda no hábito do condutor no pós-pandemia?

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O que muda no hábito do condutor no pós-pandemia?

17 de Agosto de 2021

Maior foco na higiene, valores mais sólidos e ampliação no uso de tecnologias estão entre as principais mudanças que poderão ser observadas entre os condutores das frotas.

É fato que a pandemia de Covid-19 vai deixar marcas definitivas na vida de todos nós, em diferentes âmbitos. Quando, finalmente, esta crise sanitária passar (porque, vale lembrar: ela ainda não terminou), e entrarmos no pós-pandemia, velhos hábitos não farão mais sentido, e novos modelos, recursos e comportamentos passarão a fazer parte da rotina.

Uma pesquisa global da Accenture, consultoria de gestão e tecnologia, revelou que 95% das pessoas fizeram - pelo menos - uma mudança no estilo de vida, que será permanente, e levada, inclusive, para a vida profissional.

As alterações serão perceptíveis também no dia a dia dos condutores. Já parou para pensar no que muda no hábito do condutor no pós-pandemia?


Condutor terá mais foco na higiene

As mudanças relacionadas aos hábitos de higiene devem seguir no pós-pandemia. O álcool em gel, por exemplo, vai ser um item comum no interior dos veículos. O hábito de higienizar as mãos será muito mais frequente, o que é benéfico à saúde do condutor e da equipe, uma vez que afasta a incidência de vírus e bactérias.

Para se ter uma ideia, uma recente pesquisa publicada no periódico British Medical Journal (BMJ), que analisou dados sobre resfriados, gripes e bronquite de 500 clínicas na Inglaterra, revelou que, em média, nove vezes menos casos foram registrados na comparação com os cinco anos anteriores.

Haverá uma preocupação maior também com a limpeza do carro em si. O condutor, que passa boa parte do tempo no veículo, ficará mais atento quanto à higienização dos bancos, objetos e itens do automóvel de maneira geral. Produtos de limpeza, que garantem uma higienização eficaz e rápida, passarão a fazer parte do que podemos chamar de “kit básico” do condutor no pós-pandemia.

Há quem diga que o uso de máscaras também veio para ficar. É certo que o hábito vai seguir por um bom tempo ainda. Os condutores terão máscaras consigo mesmo no pós-pandemia, sendo mais um item que fará parte do “kit básico”.


Valores mais sólidos, condutores mais engajados

Valores como solidariedade e empatia, que foram fortalecidos na pandemia, devem seguir mais fortes e fazer parte do comportamento dos condutores, alterando a forma de relacionamento com gestores, equipe e no trânsito. Afinal, uma revisão de valores, inevitavelmente, aconteceu e não deve desaparecer.

A tendência é que os condutores passem a se preocupar mais com questões que envolvam o cuidado e a preservação do veículo da frota e da vida em si, mostrando-se mais conscientes com suas condutas de segurança. Devem mostrar-se ainda mais ágeis e resilientes diante das mudanças propostas. Nada mal, não é mesmo?

 

Revolução digital traz tecnologias mais para perto

As tecnologias farão ainda mais parte da vida dos condutores, visto que a pandemia trouxe uma verdadeira revolução digital, acelerando vários avanços e inovações. Para se evitar o contato físico, facilitar o dia a dia e manter interações e trabalhos na pandemia, soluções e softwares passaram a ser mais utilizados e a fazerem mais parte da rotina de todos, inclusive dos condutores.

Pesquisas dão conta da urgente necessidade de reorientar e acelerar os investimentos digitais em resposta às demandas atuais, modernizando e ampliando as capacidades tecnológicas em busca de desenvolvimento, segurança (seja em relação ao vírus ou a outras questões) e também maior agilidade organizacional.

Com isso, espera-se que haja uma ampliação ainda mais gritante no uso de tecnologias no pós-pandemia, garantindo a eficiência da gestão de frotas como um todo. Os condutores, que já utilizavam, ficarão ainda mais próximos das variadas soluções tecnológicas, realizando as suas atividades da forma mais digital, moderna e segura possível.

 


Agora, conta aqui: você acrescentaria mais algum hábito, que acredita que provavelmente será incorporado ou alterado na rotina do condutor no pós-pandemia? Queremos saber.