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Quais os desafios do gestor de frotas do mercado do agronegócio?

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Quais os desafios do gestor de frotas do mercado do agronegócio?

27 de Abril de 2021

Um mercado pujante, que exige preparo do gestor e uso de tecnologias de ponta para driblar as particularidades do segmento com eficiência

Imagine administrar uma frota, cujas atividades acontecem em áreas de difícil acesso, por vezes não asfaltadas, com trechos precários e infraestrutura reduzida? Estes são alguns dos desafios que o gestor de frotas do mercado do agronegócio precisa driblar. Não para por aí: o gestor ainda precisa lidar com problemas relacionados à má utilização dos veículos e o excesso de velocidade.

O agronegócio é um mercado pujante no Brasil. Você já deve ter ouvido a frase “o agro não para”. De fato, ele não para, inclusive de crescer. O segmento ampliou a sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) total do país no ano passado, passando de 20,5% para 26,6%, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Todos os segmentos da cadeia produtiva do agro brasileiro, no geral, tiveram alta em 2020. 

E de que forma o gestor de frotas do mercado do agronegócio deve se preparar para manter a eficiência em sua gestão? Quais itens é necessário considerar?

Telemetria: grande aliada do gestor de frotas no mercado do agronegócio

Contar com tecnologias que garantam a coleta e compartilhamento de informações sobre equipamentos, veículos e condutores de forma remota, já não é um diferencial, mas uma necessidade. O mercado dispõe de tecnologias revolucionárias, que permitem ao gestor realizar um gerenciamento eficaz com o controle de indicadores relevantes, como os relacionados à rodagem e manutenção. Sabemos que os veículos do mercado do agro somam uma quilometragem alta, muitas vezes, superior a outras áreas, o que resulta em maior necessidade de manutenções. 

Portanto, é fundamental que, para driblar os desafios, o gestor de frotas do mercado do agronegócio lance mão de recursos que permitam um real controle de todos os veículos, condutores, rotas e rodagens, a fim de alcançar eficiência técnica e operacional. Além disso, tais informações, quando compiladas e analisadas estrategicamente, podem se converter em uma melhora contínua da gestão. 

Quer exemplos práticos? A análise assertiva da quilometragem possibilita identificar quando existe a necessidade de manutenções precoces - as chamadas preditivas -, assim como o acompanhamento devido das manutenções, garante manter as checagens periódicas em dia, “fugindo” das inesperadas. Tudo isso, evita maiores gastos e percalços, que impactam na rotina do setor, quiçá da empresa como um todo.

Gestão de combustível deve ser uma das prioridades

Outro aspecto que não pode ser negligenciado pelo gestor de frotas do mercado do agronegócio é a gestão do combustível, especialmente em razão dos altos quilômetros rodados. Aqui, mais uma vez, a tecnologia é uma grande aliada. Os softwares são capazes de apontar não só a distância exata que cada carro percorreu, mas também a velocidade média e o combustível gasto por quilômetro. Podem gerar ainda gráficos detalhados do abastecimento de cada motorista, a quantidade de combustível gasto por cada veículo da frota e fazer o controle da entrada e saída de veículos e condutores. 

E para que haja um consumo consciente de combustível, o gestor de frotas do mercado do agronegócio precisa ir além, executando um bom planejamento de rotas. Uma rota bem planejada evita áreas de tráfego, caminhos mais distantes, horários de pico, entre outros itens que ajudam na economia de combustível. O mercado do agronegócio, que trafega por locais distantes e específicos, exige muito tal planejamento, que pode ser feito por meio de bons softwares.

Comportamento do condutor é aspecto primordial

O comportamento do condutor deve ser uma preocupação diária do gestor de frotas do mercado do agronegócio. Além das razões óbvias que levam à necessidade de acompanhamento do comportamento dos condutores, ele também tem relação direta com os indicadores e com o gasto de combustível. 

Neste contexto, o acelerômetro é uma ferramenta fundamental. Ele permite avaliar com mais precisão o comportamento dos condutores, uma vez que capta as acelerações e frenagens bruscas e também curvas inadequadas - comuns no mercado do agro. A partir das informações e medições, é possível notar qual é o comportamento do motorista em questão, orientá-lo e traçar estratégias.

Quem dirige é responsável por boa parte do consumo de combustível, então, deve-se investir em capacitação e treinamentos periódicos, bem como realizar com firmeza o acompanhamento pelo acelerômetro. Além do controle de gastos, é uma forma de garantir segurança.

Política de frotas: segredo de uma boa gestão 

Talvez você, gestor de frotas do mercado do agronegócio, que chegou até aqui esteja se perguntando: de que forma posso organizar todas estas ações? A resposta está na Política de Frotas. Tudo deve estar estabelecido no documento: as diretrizes e normas internas em relação aos indicadores de rodagem, manutenções, gasto de combustível, comportamento dos condutores, dentre tantos outros tópicos. As regras e procedimentos precisam estar bem estipulados e ser de conhecimento vasto da equipe. 

Uma Política de Frotas consistente, clara e assertiva garante que os objetivos sejam mais facilmente alcançados. Assim, a  telemetria vai funcionar de forma efetiva e, sem dúvidas, será uma grande aliada. 

Se você atua no mercado do agronegócio, conte para nós: Qual é o principal desafio enfrentado em relação à gestão de frotas? E já sabe, né? Estamos aqui para te ajudar!